Alice ainda estava se acostumando as constantes brigas de seus pais quando elas simplesmente pararam.
Agora tudo o que havia era seu pai enchendo caixas e mais caixas.
– Papai, o que estas fazendo? - perguntou ela,com uma escorregada no português.
A resposta nunca veio. Angelo pegou a ultima caixa e colocou no carro, junto com duas malas. Sequer olhava para Alice, que aguardava a resposta. A resposta que ela esperou pelo resto de sua vida. O pai fora embora sem se despedir, simplesmente ligara o carro e sumira.
Sem ver que uma menina olhava o carro se afastar, sem coragem de correr atrás dele.
Alice voltou para casa, sua mãe devorava uma garrafa de vodca enquanto soluçava convulsivamente. Como toda boa menina, Alice foi para o seu quarto e trancou-se lá. A ficha caiu.
– O papai não vai voltar-disse para si mesma,sabendo que nunca estivera tao certa em toda a sua vida.
Saiu do quarto,em direção a porta de entrada.Chegando lá,sentou e esperou Jacob,o primeiro/único/ultimo amigo que já tivera.
–O que aconteceu?-perguntou o garoto ao ver sua pequena amiguinha com um semblante nada bom.
–O papai foi embora-respondeu ela
–Morreu?-perguntou ele
–Foi embora de casa,se mudou,vazou,desistiu,cans...
–Deu pra entender-cortou o menino-Como se sente?
–Estou bem-respondeu Alice.
Fora sua primeira mentira,na verdade ela se sentia insignificante naquele momento.Tao importante quanto um grão de areia no meio do deserto.Ela tinha que ser forte agora,mas essa tarefa se torna difícil quando se tem cinco anos e esta desmoronando em lagrimas no ombro de uma outra criança apenas 1 ano e 1 dia mais velho que si próprio.
Agora tudo o que havia era seu pai enchendo caixas e mais caixas.
– Papai, o que estas fazendo? - perguntou ela,com uma escorregada no português.
A resposta nunca veio. Angelo pegou a ultima caixa e colocou no carro, junto com duas malas. Sequer olhava para Alice, que aguardava a resposta. A resposta que ela esperou pelo resto de sua vida. O pai fora embora sem se despedir, simplesmente ligara o carro e sumira.
Sem ver que uma menina olhava o carro se afastar, sem coragem de correr atrás dele.
Alice voltou para casa, sua mãe devorava uma garrafa de vodca enquanto soluçava convulsivamente. Como toda boa menina, Alice foi para o seu quarto e trancou-se lá. A ficha caiu.
– O papai não vai voltar-disse para si mesma,sabendo que nunca estivera tao certa em toda a sua vida.
Saiu do quarto,em direção a porta de entrada.Chegando lá,sentou e esperou Jacob,o primeiro/único/ultimo amigo que já tivera.
–O que aconteceu?-perguntou o garoto ao ver sua pequena amiguinha com um semblante nada bom.
–O papai foi embora-respondeu ela
–Morreu?-perguntou ele
–Foi embora de casa,se mudou,vazou,desistiu,cans...
–Deu pra entender-cortou o menino-Como se sente?
–Estou bem-respondeu Alice.
Fora sua primeira mentira,na verdade ela se sentia insignificante naquele momento.Tao importante quanto um grão de areia no meio do deserto.Ela tinha que ser forte agora,mas essa tarefa se torna difícil quando se tem cinco anos e esta desmoronando em lagrimas no ombro de uma outra criança apenas 1 ano e 1 dia mais velho que si próprio.


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